segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Mãe parideira, prazer eu!

 Nossaaaaa, quanto tempo não apareço por aqui...
Parece que Só lembro da existência desse blog em datas especiais, pois a última vez que atualizei foi quando casei. E adivinha qual a data especial de agora?! SOU MÃE!!
Nesse post vou falar de como foi meu parto...
Começo meu relato na quinta-feira, 19 de junho, com 38 semanas, na consulta com meu GO. Ele estava entrando de férias no outro dia e eu entrando em um desespero contido! Tinha muito medo de Lara querer nascer quando ele não estivesse na cidade e tudo que tínhamos combinado para meu parto (posição para o parto, episiotomia, ocitocina, manobras “obstétricas”, analgesia, etc.) fosse “desrespeitado” por outro GO. Fiz um plano de parto, pra caso precisasse entrar em contato com outro GO, mostrar a ele como tinha combinado com dr. Aurélio de como queria meu parto.
Pois bem, graças a Deus Lara esperou! Na segunda-feira, dia 30 de junho mando uma mensagem pro meu GO a noite perguntando se ele estava em Recife e se eu precisava marcar minha volta pro consultório, na terça ele me ligou e perguntou se eu podia ir na quarta no consultório, já que na quinta era minha DPP. Na terça, também, acabava a rodada de oitavas de final da copa e os dois dias seguintes não teria jogo, então alisei a barriga e disse: aproveita pra nascer Larinha! (muito obediente minha filha!)
Fui dormir quase 2h da manhã. Na quarta, dia da consulta, eu acordei às 06:55 com cólicas, queria voltar a dormir pois tinha ido dormir muito tarde, mas não consegui, pois quando cochilava, vinha uma cólica e me acordava. Então percebi que já eram contrações e comecei a contar a distância uma da outra e duração. Estavam bem irregulares, demoravam 10, 7, 5 minutos entre uma e outra, as vezes até 15 ou 20 minutos... pensei: vai demoraaaaaar... Mas como não conseguia dormir de volta, fui dar os toques finais no quarto de Lara. 11h e pouca comecei a me arrumar para ir na consulta que estava marcada pras 12:30h. No caminho do consultório, as contrações aumentaram, mas estavam perfeitamente suportáveis. Por causa do trânsito, chegamos quase 13h no consultório e como sempre dr Aurélio perguntava: e aí, tudo bem? Respondi: estou com dor doutor! Ele responde: que bom! (Hahaha, única dor boa do mundo!). Ele foi me examinar e... Tchanram: 7 CENTÍMETROS DE DILATAÇÃO!
Pasmei! Como assim já tava com 7? Esperava uma dor insuportável pra chegar aos 7!
Fui direto pra maternidade e meu GO também. No processo de chegar na emergência, ir para o ambulatório de urgência, esperar um quarto e subir para o quarto, completei minha dilatação! Fui para o bloco cirúrgico (sim, o hospital não tem sala para parto normal :’() e comecei a fazer força. Dr. Aurélio sempre falava: pra Lara nascer, 50% é contração e 50% é a força que você vai fazer, ou seja, 100% você. Minhas contrações eram curtas e eu não conseguia (e nem queria) fazer força sem estar com contração, até porque durante a contração sentimos vontade de fazer força fisiologicamente. Foram duas horas nessa pisadinha.
Levantei, fiquei de cócoras, mas estava muito cansada, tinha câimbras nas pernas e dormência nos pés, então quis ficar na cama mesmo, mas com decúbito bem elevado, quase sentada. Na contração, Ckinho entrava em ação também (quem disse que homem também não “pare”?) me ajudando a ficar o mais sentada possível.
Quando já se avistava a cabecinha de Lara aparecendo, eu estava exausta, não conseguia passar muito tempo na “força comprida” que dr. Aurélio pedia, então ele disse que seria bom um pouco de ocitocina pra ver se a contração ficava mais longa e facilitava a chegada de Lara. Concordei e em menos de 5 minutos (não sei se já era a ocitocina sintética fazendo efeito) finalmente senti aquela pressão enorme e uma vontade gigante de fazer mais e mais força e Lara escorregou pra fora do meu corpo.
Não há palavras no dicionário que consigam descrever esse exato momento, é simplesmente mágico, DIVINO!
Ela tinha uma circular de cordão, retirada pelo GO, o pediatra a pegou e colocou no meu colo. Nesse momento as lágrimas rolaram por aquele encontro face a face com a minha filhinha. Ela chorou um pouquinho depois, pulmões fortes!!
Tive laceração, então fiquei no bloco cirúrgico pra ser suturada enquanto o papai seguiu com Lara para o berçário.

Quando saí do bloco e vi todas as pessoas que estavam lá me emocionei novamente em pensar como minha lindinha já é amada por mim e por tantas pessoas queridas. Também me emociono em pensar que eu consegui parir, apesar de sempre ter pensado que não faria isso, a maternidade me fez uma mulher mais informada, emponderada. Todas as dores não são tão grandes quando levo em consideração ter sido a DONA do meu parto, isso é REALIZADOR!!
Entre uma contração e outra: tranquilidade! 
Sono e cansaço também!

Mas na hora da dor, tem que fazer força!!
E enfim o encontro emocionante!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Bem-casado!






Marido e mulher, até que a morte nos separe!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

De onde vem esse amor?


E há algum tempo atrás eu não imaginaria que hoje eu não consigo mais imaginar as nossas vidas (minha e de Ckinho) sem essa presença: Giulia!
Hoje há um novo motivo pra se ansiar os finais de semana. Há sempre a sua lembrança quando passo num departamento infantil de uma loja. Há alegria em saber que vou ficar com você no meio da semana e preocupação quando você está doente. Há saudade quando nossos encontros se distanciam.
Há tantos sentimentos e emoções: alegria, carinho, felicidade, preocupação, cuidado, querer-bem...
De onde vem esse amor que um pingo de gente desperta hein?

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Te amo


Mas o pior não é não conseguir
É desistir de tentar
Não acredite no que eles dizem
Perceba o medo de amar
Eu cresci ouvindo anedotas, clichês e
chacotas
Frustrações
Sobre amasiar, se casar
Se entregar seria fraquejar

Te amo, te amo, te amo

E se o tempo levar você
E um dia eu te olhar e não te reconhecer
E se o romance se desconstruir
Perder o sentido
E eu me esquecer por ai
Mas nós somos um quadro de Klint
"O Beijo" para sempre fagulhando em cores
Resistindo a tudo seremos
Dois velhos felizes
De mãos dadas numa tarde de sol
Pra sempre

Te amo, te amo, te amo

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Numa moldura clara e simples sou aquilo que se vê

Iaiá, se eu peco é na vontade
de ter um amor de verdade.
Pois é que assim, em ti, eu me atirei
e fui te encontrar
pra ver que eu me enganei.

Depois de ter vivido o óbvio utópico
te beijar
e de ter brincado sobre a sinceridade
e dizer quase tudo quanto fosse natural
Eu fui praí te ver, te dizer:

Deixa ser.
Como será quando a gente se encontrar ?
No pé, o céu de um parque a nos testemunhar.
Deixa ser como será!
Eu vou sem me preocupar.
E crer pra ver o quanto eu posso adivinhar.

De perto eu não quis ver
que toda a anunciação era vã.
Fui saber tão longe
mesmo você viu antes de mim
que eu te olhando via uma outra mulher.
E agora o que sobrou:
Um filme no close pro fim.

Num retrato-falado eu fichado
exposto em diagnóstico.
Especialistas analisam e sentenciam:
Oh, não!

Deixa ser como será.
Tudo posto em seu lugar.
Então TENTAR PREVER SERVIU PRA EU ME ENGANAR.

Deixa ser.
Como será.
Eu já posto em meu lugar
Num continente ao revés,
em preto e branco, em hotéis.
Numa moldura clara e simples sou aquilo que se vê.

Ainda tenho esperanças de ir pro show de Los Hermanos hoje!
Está tudo dando tão certo que eu to alimentando essa esperança!

Um comentário que eu quero colocar: a gente não gosta muito de estar errada, mas em alguns momentos a gente quer estar errada e isso aconteceu! Tentar prever serviu pra eu me enganar!

abraços!



domingo, 8 de agosto de 2010

7 meses!


Se perguntar o que é o amor pra mim
Não sei responder
Não sei explicar
Mas sei que o amor nasceu dentro de mim
Me fez renascer
Me fez despertar
Me disseram uma vez
Que o danado do amor
Pode ser fatal
Dor sem ter remédio pra curar
Me disseram também
Que o amor faz bem
E que vence o mal
E até hoje ninguém conseguiu definir
O que é o amor

Quando a gente ama, brilha mais que o sol
É muita luz
É emoção
O amor
Quando a gente ama, é um clarão do luar
Que vem abençoar
O nosso amor

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Amar é tudo!


Meu amor
Eu nem sei te dizer quanta dor
Mesmo a noite não sabia
O que o amor escondia

Minha vida
Que fazer com minha alma perdida
Foi um raio de ilusão
Bem no meu coração

E veio com tudo
Dissabor e tudo
Veio com tudo
Dissabor e tudo

Eu sei,
Eu não sei viver sem ela
Assim, um simples talvez me desespera
Ninguém pode querer bem sem ralar
Na há nada o que fazer
Amar é tudo